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O que é o cooler?



O processador realiza milhões de cálculos por segundo. A atividade interna nele só é possível graças à energia elétrica que transita de um lado para o outro. Acontece que essa grande carga de trabalho gera calor, visto que os materiais oferecem resistência à passagem de corrente. Resultado? Os processadores aquecem muito quando estão efetuando tarefas.
Para evitar a queima ou possíveis danos ao componente, é preciso resfriá-lo. O item-chave nessa hora é o cooler (palavra do inglês que significa “refrigerador”). Uma solução de arrefecimento é necessária para manter a temperatura do processador em um nível aceitável, garantindo o bom desempenho durante o processamento de dados.
Vale salientar que quase todos os computadores contam com pelo menos dois coolers. Um deles serve para resfriar o processador e outro para remover o calor da fonte de alimentação. Algumas máquinas, no entanto, contam com diversos refrigeradores. Eles são utilizados para resfriar placas de vídeo, discos rígidos e outros itens. Confira os principais tipos de cooler.

Air-cooler

O mais comum e mais barato dos sistemas de refrigeração é o cooler à base de ar. Ele é composto por um dissipador — peça de cobre ou alumínio que faz contato com o processador — e um ventilador que gira constantemente para remover o calor excessivo da CPU.
A maioria dos chips da Intel e AMD traz um air-cooler. As ventoinhas desses sistemas podem girar em diferentes velocidades, contudo, o resfriamento do componente não depende apenas da quantidade de rotações por minuto. O material empregado na construção do dissipador pode fazer toda diferença, por isso alguns coolers são tão caros.
A pasta térmica é outra peça-chave para a dissipação do calor. Essa substância parecida com cola é aplicada embaixo do dissipador e serve para preencher as lacunas de ar existentes entre o processador e o cooler. Vale salientar que esse composto é um bom condutor de calor, o que ajuda na hora da refrigeração do chip.
Também é importante notar que existem muitas diferenças entre os modelos comercializados pelas tantas fabricantes. Alguns direcionam o calor para parte traseira do gabinete, enquanto outros jogam a energia excessiva para a lateral.

Water-cooler

Processadores que trabalham com frequência acima do normal necessitam de um sistema de refrigeração mais eficiente. Para esses dispositivos, existem os “coolers à base d’água”. Eles reduzem a temperatura da unidade de processamento jogando um líquido refrigerante sobre o chip.
Diferente do air-cooler, o sistema de refrigeração a líquido conta com diversos itens para poder realizar o processo de resfriamento. Basicamente, essas soluções utilizam uma bomba integrada, um dissipador, um radiador, mangueiras e o fluído. Caso você queira uma explicação detalhada sobre os water-coolers.

Cooler heat pipe

O terceiro tipo de cooler mais comum é o heat pipe. Ele é considerado como um sistema de refrigeração passivo, visto que utiliza apenas um dissipador e um líquido para refrigerar o processador. O nome “heat pipe” significa “tubo de calor” e faz referência aos tubos que ficam presentes em cima da base do dissipador.
Dentro desses tubos, existe um líquido refrigerante que ajuda a dissipar a energia gerada pelo chip. O funcionamento é bem simples: o fluído que está na parte de baixo do cano absorve calor e sobe, forçando o líquido que está em cima a descer para absorver mais calor; e esse ciclo se repete infinitamente.
Esse sistema é mais utilizado em placas de vídeo, mas também é encontrado em coolers de processadores. No caso de sistemas para refrigeração de CPUs, os cooler heat pipes são utilizados em conjunto com os coolers à base de ar.


Fonte: Tecmundo acesse e saiba mas
Imagens: Cooler Master - Zalman
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AMD anuncia os SSDs Radeon R7

A AMD anunciou recentemente sua nova linha de SSDs Radeon R7. Esta linha é composta inicialmente por três modelos com 120GB, 240GB e 480GB de capacidade para armazenamento.
Os novos SSDs Radeon R7 utilizam chips de memória NAND flash MLC (multi-level cell) da Toshiba produzidos com o processo de fabricação de 19nm.
Além disso, eles são baseados no formato de 2.5”, possuem interface SATA 6.0Gbps, espessura de 7mm e incluem suporte para criptografia AES 256 bits.
O modelo com 120GB oferece velocidades de leitura e gravação de até 550MB/s e 470MB/s. Já os modelos com 240GB e 480GB oferecem velocidades de leitura e gravação de 550MB/ e 530MB/s.
Os novos SSDs Radeon R7 serão lançados oficialmente no dia 13 de agosto. Os preços deverão ser anunciados nesta data.

Especificações dos SSDs Radeon R7:

AMD anuncia os SSDs Radeon R7

O QUE É UM SSD?

SSD (sigla do inglês solid-state drive) ou unidade de estado sólido é um tipo de dispositivo para armazenamento não volátil de dados sem partes móveis. Eles são diferentes, mais duráveis e bem mais rápidos do que os discos rígidos comuns.
Em certos computadores/notebooks/ultrabooks com discos rígidos convencionais, SSDs com baixa capacidade de armazenamento são usados como uma espécie de cache para acelerar a inicialização do sistema operacional e dos aplicativos instalados.

Fonte: Baboo acesse e saiba mas
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Sobre R7 260X

A AMD trouxe a sua nova linha de placas de vídeo no final do ano passado. A empresa apresentou produtos que se encaixam em todas as categorias de mercado, desde os modelos de entrada até GPUs mais poderosas.
Nós já testamos os principais modelos da AMD: a Radeon R9 270X, a R9 280X e a R9 290X. Desta vez, o modelo que vamos testar é a irmã menor desses modelos: trata-se da Radeon R7 260X, uma placa destinada aos mercados de entrada, desenvolvida para executar os games com um bom nível de detalhes gráficos sem que seja preciso gastar muito dinheiro para isso.

Especificações técnicas

 

Design

A Radeon R9 260X que nós testamos foi fornecida diretamente pela AMD. Deste modo, trata-se apenas de um exemplar de referência. Os modelos comercializados por outros fabricantes possuem formatos e até mesmo alguns recursos diferentes.
Entretanto, a maioria deles trabalha com sistemas similares de refrigeração. A Radeon R7 260X não é uma GPU muito exigente. Ao todo, ela consome pouco mais de 100 W para funcionar em potência máxima, utilizando apenas um conector de seis pinos.

Bonaire XTX

A Radeon R7 260X trabalha com uma versão diferenciada do chip Bonaire, o mesmo que apareceu pela primeira vez na Radeon HD 7790. O processador possui 14 unidades de computação, o que resulta, efetivamente, em 896 Processadores Stream (shaders). Mas, apesar de ser o mesmo chip, engana-se quem pensa que a placa apresenta o mesmo desempenho da geração anterior. A AMD retrabalhou o chip, batizando-o de Bonaire XTX e incluindo recursos da nova geração, como o GCN 1.1, True Audio e o Mantle.

Radeon R7 260X

Em termos de tecnologia e suporte a APIs gráficas, a AMD está saindo um pouco na frente da NVIDIA. Enquanto as GPUs da linha GeForce trabalham apenas com o DirectX 11.1, as placas da AMD trabalham nativamente com o DirectX 11.2. Uma das principais vantagens desse recurso é que essa tecnologia é a mesma utilizada nos consoles de nova geração, o Xbox One e o PlayStation 4, que trabalham com a arquitetura da AMD.
Além disso, o DirectX 11.2 conta com um recurso chamado Tiled Resources, algo que pode ser traduzido livremente como “recursos ladrilhados”. O que essa ferramenta faz é parecido com as megatexturas introduzidas no OpenGL e presentes no game Rage, da id Software.


Através do Tiled Resources, os designers podem utilizar uma única textura para cobrir diversos objetos diferentes, fazendo com que os recursos da GPU sejam mais bem aproveitados e, consequentemente, permitindo que a placa de vídeo tenha um rendimento melhor.
Entretanto, o DirectX 11.2 está presente apenas no Windows 8.1.  
Para garantir que os PCs possam oferecer experiências ainda mais ricas, a AMD está introduzindo o Mantle, uma nova API de programação gráfica de baixo nível, desenvolvida especialmente para trabalhar com a arquitetura GCN.
O objetivo principal do Mantle é garantir o máximo desempenho, fazendo com que o jogo possa se conectar diretamente com a placa de vídeo, próximo do que acontece em um video game, por exemplo. Isso deve render uma melhora significativa no desempenho das aplicações, já que existem menos interpretadores de comandos entre o hardware e o software.


De acordo com a AMD, os desenvolvedores de jogos pediram uma ferramenta assim, por isso surgiu o Mantle. Diversas empresas já estão trabalhando com a API, entre elas a DICE, criadora de Battlefield 4, e a Engine Frostbite 3. Além disso, outras engines grandes, como a CryEngine e a Unreal Engine, podem ter suporte à arquitetura em breve, o que deve render um grande número de títulos compatíveis com a tecnologia.
Até agora, apenas o jogo Battlefield 4 traz suporte ao Mantle.

Arquitetura GCN

A arquitetura Graphics Core Next, desenvolvida pela AMD na geração passada, agora está sendo chamada apenas como GCN, para facilitar. Esse sistema é a base de todas as GPUs modernas da empresa e é responsável por executar todos os processamentos gráficos e computacionais exigidos pelos aplicativos.
Essa arquitetura permite que mais processos sejam gerenciados de forma mais eficiente ao mesmo tempo, consequentemente reduzindo o consumo e aumentando o desempenho da GPU como um todo, incluindo processamento gráfico e computacional.
Além disso, a arquitetura também é responsável por gerenciar com mais eficiência todos os recursos da placa de vídeo, permitindo que novas ferramentas de renderização possam ser empregadas sem que haja um impacto significativo no desempenho do sistema. Outro benefício do GCN é a utilização mais inteligente dos recursos energéticos da placa, o que resulta em menos consumo e menos geração de calor.
Esse sistema de gerenciamento de energia foi apelidado pela AMD de ZeroCore Power. Através disso, a GPU pode ter cerca de 99% de seus recursos desabilitados para economizar energia. Isso acontece quando o monitor é desligado, por exemplo, e o computador permanece ligado, mas a placa de vídeo não está sendo utilizada.
A tecnologia ZeroCore Power também funciona com configurações multi-GPU. Caso você tenha um sistema com mais de uma placa de vídeo e elas estejam ligadas pelo CrossFire, o componente que não estiver sendo utilizado no momento é desligado para economizar energia. Isso é muito útil na hora em que você fecha o jogo e vai navegar na internet.

 Fonte: Tecmundo acesse e veja os teste da R7 260X
Imagens: Tecmundo e AMD
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Testes da AMD R7 260X - Metro: Last Light, The Witcher 2: Assassins of Kings, Tomb Raider, Total War: Rome 2

A AMD trouxe a sua nova linha de placas de vídeo no final do ano passado. A empresa apresentou produtos que se encaixam em todas as categorias de mercado, desde os modelos de entrada até GPUs mais poderosas.
Nós já testamos os principais modelos da AMD: a Radeon R9 270X, a R9 280X e a R9 290X. Desta vez, o modelo que vamos testar é a irmã menor desses modelos: trata-se da Radeon R7 260X, uma placa destinada aos mercados de entrada, desenvolvida para executar os games com um bom nível de detalhes gráficos sem que seja preciso gastar muito dinheiro para isso.

Especificações técnicas

 

Máquina de testes

  • CPU: Intel Core i7-3930K @ 3.800 MHz;
  • Placa-mãe: EVGA X79 SLI;
  • Memória: 16 GB RAM quad-channel G. Skill Sniper DDR3 2133;
  • SSD: 256 GB Samsung 840 PRO Series;
  • HD: 3 TB Seagate ST3000M001.

Jogos


Metro: Last Light

Metro: Last Light aproveita o poder das GPUs modernas para trazer gráficos excelentes, texturas em alta definição e muita destruição com efeitos especiais incríveis. O game é construído com a engine 4A e também é compatível com o PhysX, da NVIDIA.

Total War: Rome 2

Total War: Rome 2 é um game de estratégia que coloca centenas de personagens simultaneamente no mesmo campo de batalha: cenários enormes e repletos de detalhes, como rios, pedras e vegetação, precisam de uma máquina potente para serem renderizados com perfeição.

Tomb Raider

O reboot da série chegou com diversas novidades em relação aos games anteriores da série. O mundo aberto possui muitos lugares para serem explorados, e o título trabalha com texturas em alta definição e o recurso TressFX, que garante à protagonista do jogo cabelos incrivelmente detalhados.

The Witcher 2: Assassins of Kings

O motor gráfico de Witcher 2 é o REDengine, desenvolvido pela própria criadora do game, a CD Projekt RED. Mesmo já sendo um pouco mais antigo, o jogo traz um nível de detalhes impressionantes, além de efeitos visuais tão “pesados” para a placa de vídeo quanto bonitos.



Fonte: Tecmundo acesse e saiba mas sobre o teste
Teste: Tecmundo
Imagens: Tecmundo
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Teste da AMD Radeon R7 260X - Batman: Arkham Origins, Battlefield 4, BioShock Infinite, Crysis 3, GRID 2


 AMD trouxe a sua nova linha de placas de vídeo no final do ano passado. A empresa apresentou produtos que se encaixam em todas as categorias de mercado, desde os modelos de entrada até GPUs mais poderosas.
Nós já testamos os principais modelos da AMD: a Radeon R9 270X, a R9 280X e a R9 290X. Desta vez, o modelo que vamos testar é a irmã menor desses modelos: trata-se da Radeon R7 260X, uma placa destinada aos mercados de entrada, desenvolvida para executar os games com um bom nível de detalhes gráficos sem que seja preciso gastar muito dinheiro para isso.

Especificações técnicas

 

Máquina de testes

  • CPU: Intel Core i7-3930K @ 3.800 MHz;
  • Placa-mãe: EVGA X79 SLI;
  • Memória: 16 GB RAM quad-channel G. Skill Sniper DDR3 2133;
  • SSD: 256 GB Samsung 840 PRO Series;
  • HD: 3 TB Seagate ST3000M001.

Jogos

Batman: Arkham Origins

Batman: Arkham Origins utiliza uma versão modificada da Unreal Engine 3 e DirectX 11 aliado a diversos efeitos especiais para garantir o visual. O game também aproveita o PhysX da NVIDIA para trazer recursos de física mais realistas.

Battlefield 4

Battlefield 4 utiliza a nova engine Frostbite 3 para trazer efeitos especiais e ambientes maiores e mais detalhados, incluindo muitas partículas, texturas de alta resolução e tessellation. Tudo isso através do DirectX 11.

BioShock Infinite

O terceiro BioShock utiliza uma versão altamente modificada da Unreal Engine 3 e foi refeito completamente do zero para garantir uma ótima experiência visual. O mundo do jogo é grande e repleto de efeitos visuais.

Crysis 3

O motor de Crysis 3 é o CryEngine 3, que desta vez apresenta uma série de novos recursos gráficos, incluindo fumaça e luz volumétricas, vegetação e tecidos dinâmicos, além de texturas em altíssima resolução. Para que tudo isso seja possível, o game roda exclusivamente com o DirectX 11.

GRID 2

GRID 2 utiliza a engine EGO 3.0, desenvolvida pela Codemasters e presente em diversos games de corrida da desenvolvedora. O jogo apresenta efeitos visuais impressionantes, incluindo batidas, efeitos de fumaça, luz e sombras.
 


Fonte: Tecmundo acesse e saiba mas
Fonte do Testes: Tecmundo acesse e saiba mas sobre r7 260x
Imagens: Tecmundo 
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AMD anuncia APUs Série A Kaveri

 
 
A AMD confirmou nesta semana o lançamento da quarta geração de APUs Série A (Kaveri). O principal modelo da linha é o A10-7800, que possui 12 núcleos, sendo 4 CPUs e 8 GPUs. Outras opções são a A8-7600, com 10 núcleos (4 CPUs e 6 GPUs), e a A6-7400, com seis núcleos (2 CPUs e 4 GPUs).

"A Série A de APUs AMD apresenta um nível superior para experiência em jogos e computação para o desktop", afirma Bernd Lienhard, vice-presidente corporativo da AMD. "Com o suporte da tecnologia de API Mantle, simplificamos as otimizações para programadores e desenvolvedores de jogos, e desbloqueamos níveis de desempenho maiores para performance de games, transformando o mundo do desenvolvimento de jogos para ajudar a trazer mais e melhores jogos para o PC", completa.


A Série A de APUs é compatível com as tecnologias AMD Quick Stream, AMD Steady Video e AMD TrueAudio. Por meio do configurable Thermal Design Power (cTDP), é possível ajustar o sistema para obter melhor desempenho combinado com um consumo menor. O preço sugerido das APUs varia entre US$ 77 e US$ 155.


Fonte: Tecmundo acesse e saiba mas
Fonte: AMD acesse e saiba mas
Imagem: AMD 
 
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AMD quer entrar no mercado de consoles portáteis?

Uma entrevista com Saeid Moshkelan, vice-presidente da divisão de chips “semi-personalizados” da AMD, feita pelo site Barron’s, pode ter dado uma dica de que a empresa planeja, no futuro, trabalhar na área dos consoles portáteis.


Como exemplo disso, Moshkelan cita como caso o famoso aparelho 3D da Nintendo. “Todos pensam que está morto, mas o 3DS ainda está vendendo”, disse ele. Mas aqui ele deixa claro também que seu interesse por dispositivos menores é nulo: “Tem que ter pelo menos 100 milhões em receita anual para nós investirmos nisso”, explicou.


Isso deixa praticamente certo de que, se a empresa resolver mesmo investir na área, a Big N será seu primeiro alvo. E não seria exatamente surpresa, de fato – como vocês bem devem lembrar, todos os consoles da atual geração carregam tecnologia da AMD. Agora, se isso vai mesmo ocorrer, resta apenas aguardar um anúncio oficial das empresas (que provavelmente só deve acontecer quando o sucessor do 3DS for revelado).

Fonte: Tecmundo
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Quais as diferenças entre os processadores AMD e Intel

O processador é um dos principais componentes de um computador, e a escolha dele é fundamental para que a máquina atenta às necessidades do consumidor. Mas qual deles é o melhor: AMD ou Intel? Quais são as diferenças entre uma marca e outra? Confira um resumo comparativo entre suas características.

AMD ou Intel: qual é o melhor? (Foto: Divulgação)

Desempenho

A começar pelo desempenho. Os processadores da Intel levam vantagem na batalha com a AMD neste quesito. Testes realizados por sites especializados, como o CPU Benchmark, indicam que, entre os processadores de alto desempenho, os 30 melhores são Intel e apenas depois deles é que aparece o primeiro AMD na classificação, seguido de mais outros 13 da Intel até aparecer o segundo AMD.
Entre os modelos mais econômicos, porém, a briga é muito mais acirrada – e é vencida pela AMD, que possui seis dos 10 principais, e 14 dos 20 mais recomendados pelo site. Somente estes dois dados já mostram, basicamente, uma diferença crucial entre estas empresas: os produtos da AMD parecem mais voltados para o público mais básico e os da Intel são mais avançados.
Atualmente, a campeã em desempenho é a linha de processadores Xeon, da Intel. Até 40% mais eficiente no consumo de energia e com performance até 35% maior do que seus antecessores. Segundo o CPU Benchmark, o Intel Xeon E5-2697 v2 de 2,7 GHz pode ser considerado o melhor processador do momento. Ele tem 12 núcleos, soquete FCLGA2011 e chega a uma velocidade turbo de 3,5 GHz.
É perfeito para rodar qualquer tipo de conteúdo e tem quase o dobro do número de pontos do principal modelo da AMD no teste do site. O AMD FX-8350, de oito núcleos, possui um clock de 4 a 4,2 GHz e soquete AM3+, mas ainda está atrás de uma grande lista de chips fabricados pela Intel, como Intel Core i7-3770, i7-3770K, i7-4770, i7-4770K, i7-3930K e i7-4930K, por exemplo.

Custo-benefício

Se por um lado a Intel orgulha-se de ter os processadores mais rápidos, a AMD tem duas vantagens: as placas gráficas ATI Radeon, que costumam ser melhores do que todas as onboard da Intel em níveis semelhantes, e, principalmente, o preço. Os processadores da empresa normalmente são bem mais baratos do que os equivalentes da Intel.
Atualmente, a maioria dos aparelhos vêm de fábrica com processadores Intel, porém um AMD não é difícil de encontrar, especialmente em produtos HP e Asus, das linhas com o hardware de intermediário para básico. Obviamente, é possível montar modelos top com processadores avançados da AMD, mas o melhor dela é a área intermediária e barata.


Fonte: Tech tudo acesse e saiba mas
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AMD lanca novo driver Catalyst 14.6 RC que melhora desempenho em watch dogs

 
 
Vamos começar logo avisando, AMD Catalyst 14.6 Beta não suporta o Windows 8.0 (e o driver WDDM 1.2)
Para Windows 8.0 os usuários devem atualizar (gratuitamente) para o Windows 8.1 e tirar proveito dos novos recursos encontrados no AMD Catalyst 14.6 Beta. AMD Catalyst 14.4 continuará disponível para os usuários que desejam permanecer no Windows 8.
A futura versão do AMD Catalyst permitirá o WDDM 1.1 (driver para Windows 7) seja instalado no Windows 8.0 para aqueles usuários que não podem atualizar para o Windows 8.1.

Sistemas operacionais suportados

A AMD Catalyst 14,6 RC driver para Windows é projetado para suportar as seguintes plataformas Microsoft Windows:
O Windows 8.1 (versão de 32 e 64-bit)
Windows 7 (versão de 32 e 64 bits com SP1 ou superior)



O driver AMD Catalyst? 14,6 RC driver pode ser baixado a partir dos seguintes links:
AMD Catalyst ? 14,6 RC Driver para Windows



Destaques dos recursos de The Catalyst AMD ? 14,6 RC driver para Windows



Plants vs Zombies (melhorias no desempenho Direct3D):
AMD Radeon R9 290x - 1920×1080 Ultra - melhora até 11%
AMD Radeon R9290X - 2560×1600 Ultra - aumenta em até 15%
AMD Radeon R9290X CrossFire configuração (3840×2160 Ultra) - 92% de escala



3DMark Sky Diver melhorias:
AMD A4 6300 - melhora até 4%
Ativa o AMD Dual Grapics e suporte ao AMD CrossFire



Grid Auto Sport:
Percil AMD CrossFire



Wildstar:
Perfil Xpress Poder
Melhorias de desempenho para melhorar a suavidade da aplicação



Watch Dogs:
AMD CrossFire - Melhora frame pacing



Battlefield Hardline Beta:
AMD CrossFire perfil


Problemas conhecidos

Executando Watch Dogs com uma configuração CrossFire R9 280x pode resultar na execução do aplicativo no modo CrossFire via software
Ativando Temporal SMAA em uma configuração CrossFire quando se joga Watch Dogs irá resultar em cintilação
Configurações AMD CrossFire com Eyefinity habilitado verá estabilidade do aplicativo com o Battlefield 4 ou Thief ao executar Mantle.


Fonte: Gamevicio acesse e saiba mas
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AMD Mantle já está disponível. Aprenda a instalar o novo driver

 


Depois de muitas promessas, a AMD finalmente disponibilizou os primeiros drivers oficiais com suporte ao Mantle, a nova API gráfica desenvolvida para as GPUs com tecnologia GCN. Trata-se do Catalyst 14.1, que ainda se encontra em estágio Beta, mas traz uma série de melhorias para diversos chips gráficos lançados pela AMD, inclusive as novas APUs da arquitetura Kaveri.
A AMD promete um ganho de desempenho de até 45% em relação ao DirectX no jogo Battlefield 4. Já no tech demo Star Swarm, o ganho prometido pela empresa é de até 200% sobre o DirectX. Esse ganho, no entanto, é somente para as GPUs R9 290 e 290X.
Por enquanto, esse driver traz suporte ao Mantle nos seguintes chips gráficos:
  • AMD Radeon™ R9 Series GPUs;
  • AMD Radeon™ R7 Series GPUs;
  • AMD Radeon™ HD 7000 Series GPUs;
  • AMD Radeon™ HD 8000 Series GPUs;
  • AMD A10-7000 Series e AMD A8-7000 Series APUs.
O AMD Catalyst 14.1 Beta Driver é compatível com os seguintes sistemas operacionais:
  • Windows 8.1 (32 & 64 bits)
  • Windows 8 (32 & 64 bits)
  • Windows 7 (32 & 64 bits com SP1 ou superior)
A empresa deixou claro em sua página oficial que esses drivers ainda se encontram em caráter Beta, portanto podem ocorrer problemas de compatibilidade com alguns aplicativos. A AMD também afirmou que está trabalhando em otimizações para garantir ainda mais desempenho e compatibilidade quando a próxima versão for liberada. Para mais detalhes sobre os drivers, acesse o site da AMD e confira todas as novidades.

Como ativar o Mantle em Battlefield 4

Antes de instalar os novos drivers, é preciso desinstalar completamente os antigos. Para isso, acesse o “Painel de controle”, vá até o item “Programas e Recursos” e remova o pacote “AMD Catalyst Install Manager”. Em seguida, reinicie o computador e instale o novo conjunto de drivers.
Battlefield 4 é o primeiro game a ter suporte ao Mantle. Para ativar o recurso, é preciso que o game esteja com a última atualização instalada. Confira isso abrindo o Origin e clicando com o botão direito do mouse sobre o game.
No menu que abrir, clique em “Verificar Atualização” e deixe o jogo atualizar. Em seguida, basta entrar no game. Depois, vá até as opções gráficas e, do lado direito, escolha a API gráfica: DirectX ou Mantle. Para completar, reinicie o jogo para que a API escolhida possa ser ativada.

Ferramentas

Caso você tenha interesse em conferir a taxa de quadros por segundo dentro do jogo, acesse o console de comandos pressionando as teclas Til ou Aspas — encontradas geralmente acima da tecla Tab — e digite os comandos:
  • Render.DrawScreenInfo 1 – exibe informações sobre a API gráfica e o computador;
  • PerfOverlay.DrawFps – mostra a taxa de quadros por segundo em tempo real.
Outro aplicativo compatível com o Mantle é o Star Swarn, um tech demo disponibilizado pela AMD e desenvolvido pela Oxide Games sobre o motor Nitrous. O software pode ser baixado gratuitamente no Steam.

Fonte: Tecmundo acesse e saiba mas
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Veja um duelo entre uma Titan Z simulada (780 Ti SLI) contra uma R9 295X2


As duas placas de vídeo mais poderosas que existem atualmente são a GeForce GTX Titan Z, da NVIDIA e a Radeon R9 295X2, da AMD. Ambas são placas de vídeo dual-chip: enquanto a Titan Z utiliza dois processadores GTX Titan Black, a 295X2 trabalha com duas GPUs R9 290X.



O pessoal da Chipart resolveu fazer uma comparação: qual das duas é melhor para os jogos? Eles montaram duas máquinas com a mesma configuração, cada uma trabalhando com um processador Intel Core i7 4790 e 8 GB de memória RAM além, é claro, armazenamento SSD. As placas-mãe são diferentes, mas ambas utilizam o chipset Intel Z97.
Infelizmente a Titan Z anda meio escassa no mercado, sendo assim, a galera optou por colocar duas GTX 780 Ti em modo SLI, conseguindo assim “simular” um desempenho bastante próximo ao da GeForce GTX Titan Z.
Os testes demonstram um desempenho bastante próximo das duas configurações, com pequenas margens de ganho para uma ou para outra, dependendo o jogo testado. A única conclusão que é possível chegar com um teste como esses é o seguinte: que tipo de jogo vai conseguir aproveitar todo o poder dessas placas de vídeo?

Fonte: Tecmundo
Video: Chipart
Imagem: Techspot
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Radeon R9 295X2: a nova dual chip da AMD quer dificultar a vida da Titan Z

AMD convidou diversos jornalistas, incluindo os do Tecmundo, para visitar a sua sede que fica em Austin, no Texas.
O evento serviu para apresentar alguns dos produtos que a empresa pretende lançar ainda em 2014.
Uma das maiores novidades certamente ficou por conta do projeto Hydra, a nova placa de vídeo da AMD: trata-se da tão aguardada Radeon R9 295X2, um verdadeiro monstro, tanto em tamanho quanto em desempenho bruto.

Especificações Técnicas

A nova Radeon traz duas GPUs em paralelo. Isso resulta em uma configuração de fazer inveja a qualquer um. E não é só em tamanho que essa placa impressiona, pois os números também chamam a atenção: são 12,4 bilhões de transistores e 5.632 stream processors, além de 352 unidades de textura. Tudo isso resulta em um poder computacional de 11,5 TFLOPS — 3,5 TFLOPS a mais que a recém-anunciada GeForce GTX Titan Z.
A placa deve contar com 8 GB de memória GDDR5 divididos em duas controladoras de 512-bit, cada uma rodando a 5 Gbps — isso resulta em uma banda de até 640 GB/s. Já as duas GPUs rodam a uma velocidade de até 1.018 MHz cada.

Para dar conta de todo esse poder, é preciso fornecer muita energia elétrica: esse monstro de desempenho consome 500 W fornecidos através de dois conectores PCIe de 8 pinos cada.

Watercooler

É claro que isso também gera muito calor, mas a AMD pensou em tudo. A empresa criou um modelo de referência que utiliza um sistema de refrigeração híbrido: enquanto as duas GPUs são refrigeradas por um watercooler lacrado Asetek, os demais componentes — RAM e reguladores — são resfriados por um cooler tradicional posicionado no centro da placa.
Contrariando os modelos de referência tradicionais construídos pela AMD que geralmente são bastante simples, essa placa de vídeo traz um acabamento incrível: é impossível não se impressionar com o visual dela.

A parte da frente é construída em metal, sendo que as laterais são prateadas e o centro é preto. O cooler é posicionado bem no centro e acende quando a placa está ligada; algo que também acontece com o letreiro “Radeon” posicionado na lateral do modelo.
Para completar, a parte de trás da placa é protegida por uma backplate que tem duas funções: auxiliar na refrigeração e também proteger os componentes.

Modelo exclusivo para alto desempenho

Segundo a AMD, a Radeon R9 295X2 foi desenvolvida como um modelo exclusivo, e isso inclui o design e a construção da placa. Isso significa que você poderá encontrar modelos construídos por outros montadores — como ASUS ou Saphire, por exemplo —, mas todas elas deverão ter o mesmo visual e a mesma construção.
A empresa também garantiu que, apesar desse modelo possuir duas GPUs R9 290X em paralelo, ela supera sistemas que trabalham com duas GPUs em modo Crossfire, algo inédito até então.
Isso foi possível, em parte, por causa dos componentes de alta qualidade e também do sistema de refrigeração líquido. Um dos maiores problemas da R9 290X é a temperatura: quando a placa atinge um limite térmico, ela precisa diminuir o clock para não superaquecer. Isso acaba, invariavelmente, diminuindo o desempenho do sistema.

Como a temperatura se mantém mais baixa e relativamente estável quase todo o tempo, o desempenho geral da R9 295X2 é maior e mais confiável.
A AMD define essa placa de vídeo como um modelo exclusivo para jogos em 4K ou múltiplos monitores através do Eyefinity, já que qualquer coisa menor que isso pode ser considerada um desperdício de poder.
Infelizmente não pudemos conferir o modelo em ação, pois a placa de vídeo que vimos durante a visita era um modelo para testes exclusivo da AMD.

Tecnologias exclusivas AMD

A Radeon R9 295X2 deve trazer os principais recursos e ferramentas que foram introduzidos com a R9 290X. Entre eles está o TrueAudio, um novo sistema de aceleração sonora que pode dar mais liberdade aos compositores na hora de criar trilhas sonoras mais imersivas sem precisar se preocupar com “gargalos” da CPU.
O ZeroCore Power também está presente: o que esse recurso faz é garantir um sistema de gerenciamento de energia muito mais eficiente. Para se ter uma ideia, o ZeroCore Power pode desativar completamente a GPU quando ela não estiver sendo utilizada, mesmo que todo o sistema ainda esteja em atividade.
Para completar, existe o Eyefinity, a tecnologia que permite a conexão de até seis monitores simultâneos. Para isso, a R9 295X2 oferece até 4 entradas mini DisplayPort e uma porta DVI.

A nova placa de vídeo da AMD deve estar disponível no mercado no dia 21 de abril por US$ 1.500 (cerca de R$ 3.300). Ou seja, a metade do preço da GeForce GTX Titan Z.
Fonte e Materia : Tecmundo
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AMD lança o "primeiro processador heterogêneo"


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A linha de CPUs, ou melhor, de APUs (Accelerated Processing Unit) da AMD foi enriquecida com a chegada da geração Kaveri.

De acordo com a apresentação da AMD, os Kaveri trazem muitas melhorias na microarquitetura, sobretudo no aproveitamento da capacidade dos processadores gráficos integrados. Aliás, a AMD não tem qualquer intenção em definir os novos chips como "revolucionários» ou os mais avançados processadores que a AMD já criou".

A grande novidade é, de acordo com a informação da AMD, a capacidade heterogênea do chip. Ou seja, a capacidade de usar simultaneamente os núcleos de processamento geral - os tradicionais CPUs - ou os núcleos de processamento gráfico - os tradicionais GPUs - de acordo com as necessidades do software.

Uma promessa antiga da AMD. Em suma, os novos Kaveri  foram criados para usar as unidades gráficas para acelerar, como nunca, as mais variadas aplicações, mesmo software não gráfico.

Relativamente à geração anterior (Richland), os Kaveri devem ter um desempenho até 20% superior na computação geral (CPU). Quanto as unidades gráficas são utilizadas, o aumento de desempenho pode ser muito superior.

Por exemplo, nos testes apresentados pela AMD, o novo A10-7850 consegue ser 4x mais rápido que o Core i5-4670K em cálculo no LibreOffice e até 2,3x mais rápido na aplicação do efeito smart sharpen no Photoshop CC.

No campo dos jogos, a AMD garante que o A10-7850K é significativamente mais rápido na grande maioria dos jogos que um Intel Core i5 4670K acompanhado por uma placa gráfica GeForce GT 630.

Exemplos: a 1080p, o processador da AMD consegue 76 fps no FIFA 14 enquanto a solução Intel+Nvidia se fica pelos 42 fps.

Outra das novidades está na melhoria do escalonamento quando a usar uma placa gráfica para complementar o desempenho do processador gráfico embutido no A10-7850K: até mais 95% de desempenho quando este chip é acompanhado por uma placa gráfica Radeon R7 240.

A nova linha é constituída por três processadores, o AMD A10-7850K, o A10-7700K e o A8-7600. Os três utilizam unidades gráficas AMD de última geração (Radeon R7) a 720 MHz, 4 MB de cache, tecnologia TrueAudio, HSA (arquitetura heterogênea) e suporte para Mantle.

O A8-7600, cuja data de chegada ao mercado ainda não foi definida, tem outra novidade interessante: TDP configurável pelo utilizador. Esta característica permite definir qual a dissipação térmica máxima (entre 45 a 95 watts), o que faz com que este processador possa ser instalado em máquinas muito compactas.

O topo de gama, o AMD A10-7850K, tem uma frequência base de 3,7 GHz (até 4 GHz em Turbo) e 12 núcleos computacionais. Esta nova denominação para os cores inclui a contagem dos núcleos tradicionais (CPUs) e uma nova forma de contar os núcleos gráficos (GPUs).

No A10-7850K, as 12 unidades computacionais incluem quatro núcleos de computação geral (CPU) e oito núcleos de processamento gráfico (GPUs). O A10-7700K tem uma frequência base de 3,4 GHz (3,8 GHz em Turbo) e 10 núcleos computacionais (4x CPU e 6xGPU).

O A8-7600 tem o mesmo número de núcleos, mas trabalha a frequências um pouco baixas (3,3/3,8 GHz).


 Fonte: Gamevicio
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Vazam especificações técnicas da APU Carrizo da AMD



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  O site  BSN divulgou nesta semana informações que teriam sido retiradas de um documento secreto da AMD, que possui as especificações técnicas do que supostamente pode ser a Carrizo, a nova geração de APUs da fabricante de chips.
  Segundo o portal, esses documentos teriam sido enviados a desenvolvedores para que eles conhecessem os detalhes da estrutura da APU. Embora os dados não tenham sido confirmados pela AMD, há fortes indícios de que o vazamento não seja apenas um rumor infundado.
  Entre as configurações expostas está o suporte a DDR3 e DDR4, porém, não há nenhuma informação que indique as velocidades de clock DDR4, nem mesmo quaisquer detalhes sobre melhorias arquitetônicas além de uma simples declaração de que elas devem existir.
A falta de informações faz com que seja mais difícil fazer previsões detalhadas para a APU. O documento também não faz menções ao uso de memórias GDDR5 e, caso a AMD opte por não contar com essa variante, isso significaria que a empresa contaria com canais DDR4 duplos. Se a informação se confirmar, veremos o aumento da largura de banda máxima para 51,2GB/s, em comparação com os 38,4 GB/s da DDR3-2400.
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A Carrizo também deve contar com suporte a AVX2, BMI2, MOVBE e RDRAND, duas portas SATA de 6 GB cada, quatro portas USB 3.0 e oito USB 2.0. Também se pode esperar o uso de soquete FM2+ para desktops e o PCH onboard será desativado. Os detalhes podem ser conferidos na cópia do suposto documento na imagem acima.
 
Fonte: Gamevicio
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AMD detalha plataforma AM1 para PCs de baixíssimo custo



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A AMD está detalhando nesta quarta-feira sua plataforma AM1, projetada para permitir a criação de PCs de baixo custo voltados a mercados emergentes como a América Latina e o Leste Europeu. Quão baixo? Que tal cerca de US$ 60 por uma placa-mãe e uma APU (Accelerated Processing Unit, Unidade de Processamento Acelerado) que inclui um processador e uma GPU?

Parte da estratégia já havia sido divulgada no início de março, quando a empresa anunciou que estaria ressuscitando as linhas Sempron e Athlon com APUs para o mercado de baixo custo. Mas agora temos um cenário mais completo, incluindo detalhes técnicos de cada chip e uma lista de fabricantes de placas-mãe que irão apoiar a plataforma.

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Inicialmente a AMD irá colocar no mercado quatro chips. O Sempron 2650 é o caçula da família, com dois núcleos baseados na arquitetura "Jaguar" (a mesma usada no PS4 e Xbox One) rodando a 1,45 GHz, suporte a memória DDR3-1333 e uma GPU Radeon R3 integrada com 128 núcleos baseados na arquitetura "Graphics Core Next" (GCN) rodando a 400 MHz. Já o Sempron 3850 tem quatro núcleos "Jaguar" a 1,3 GHz, suporte a memória DDR3-1600 e a mesma GPU Radeon R3 do Sempron 2650, mas rodando a 450 MHz.

Por sua vez os modelos Athlon são o "topo de linha" da nova plataforma. O Athlon 5150 tem quatro núcleos "Jaguar" a 1,6 GHz e eleva o clock da GPU para 600 MHz. Por sua vez o Athlon 5350 eleva a frequência dos núcleos para 2,05 GHz, mantendo a mesma frequência da GPU e suporte a memória do 5150.

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Todas as APUs tem um TDP de apenas 25 Watts, o que simplifica muito a refrigeração do processador e do gabinete do PC. Em demonstrações no Lone Star Campus da AMD em Austin, no Texas, vi máquinas sendo refrigeradas apenas por um cooler de alumínio sobre o processador e um diminuto ventilador de 5 x 5 cm sobre ele.

Os chips são tecnicamente "Sistemas em um Chip" (SoC, System on a Chip), que englobam CPU, GPU e o "chipset" com suporte a vários periféricos (como interfaces USB e SATA) em um só componente. São variantes da família "Kabini", originalmente projetada para uso em notebooks e que tinha chips soldados à placa-mãe. Na plataforma AM1 eles são encaixados em um novo soquete, chamado FS1b. Segundo a AMD o soquete permite que os usuários façam o upgrade dos processadores de suas máquinas, protegendo o investimento inicial.

Seis fabricantes de placas-mãe já anunciaram seu suporte à plataforma AM1. Biostar e Gigabyte irão produzir placas-mãe no formato Micro-ATX, enquanto a MSI e ECS irão produzir placas Mini-ITX. Já a ASUS e ASRock produzirão placas em ambos os formatos.

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O alvo da nova plataforma são os pequenos integradores de sistemas e os consumidores que preferem montar suas máquinas em casa, escolhendo a dedo as peças para aproveitar ao máximo um orçamento reduzido.

A AMD posiciona seus chips como concorrentes dos processadores Intel baseados na arquitetura Bay Trail, como o Pentium J2900. Comparado a este, um Athlon 5350 pode ter desempenho até 1,4 vezes superior no teste de "uso doméstico" do benchmark PCMark 8 v2, e até duas vezes superior em desempenho gráfico em testes como Fire Strike, parte do 3DMark.

Além disso, segundo a empresa, suas APUs tem melhor suporte a sistemas operacionais: Windows XP, Vista, 7 e 8.1 são suportados, enquanto os produtos da Intel suportam apenas o Windows 7 e 8.1. E todos os modelos tem uma arquitetura de 64-Bit, enquanto entre os "Bay Trail" apenas algumas variantes são 64-Bit.

Embora a GPU Radeon R3 não seja um produto para gamers que exigem o máximo de qualidade gráfica em resoluções altíssimas, sua presença nas APUs faz diferença: vários aplicativos, de pacotes Office como o LibreOffice a navegadores como as versões mais recentes do Chrome, Firefox e Internet Explorer são capazes de "terceirizar" tarefas que demandam cálculo intenso e processamento paralelo para a GPU, acelerando sua execução.

O recálculo de um modelo financeiro complexo em um Athlon 5350 leva sete vezes menos tempo com o auxílio da GPU do que se fosse feito apenas pela CPU, segundo a AMD. As GPUs também tem tecnologias para aprimorar a qualidade de imagem na reprodução de vídeo, e acelerar o processo de conversão entre formatos.

De acordo com a AMD um processador Sempron 3850 irá custar US$ 39, o Athlon 5150 sairá por US$ 49 e o Ahtlon 5350 por US$ 59. As placas-mãe deverão custar entre US$ 25 a US$ 35 (preços no exterior). No Brasil a plataforma deve chegar no final de Abril.
 
Fonte: Gamevicio
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